Pós-Graduação em Literatura UFSC
  • MINICURSO – La narrativa policial. Hacia una ampliación del concepto a partir de ejemplos argentinos

    MINICURSO
    La narrativa policial. Hacia una ampliación del concepto a partir de ejemplos argentinos

    CONTEÚDOS:
    El género policial: problemas genológicos. La concepción “clásica” del género y los precursores inevitables: Edgar Allan Poe, Sir Arthur Conan Doyle y Gilbert Keith Chesterton y su influencia en los narradores posteriores. Modalidades; la novela de detection inglesa y la “serie negra” norteamericana; relación con los respectivos contextos de escritura.
    La narrativa policial y las nuevas teorías de la ficción: los “mundos posibles”. La dimensión pragmática y el papel del lector. El contrato de lectura. Los modelos genológicos y su apropiación hispanoamericana. El neopolicial latinoamericano.
    La narrativa policial argentina: síntesis de su historia y posibles etapas. El siglo XIX y un precursor olvidado: Luis Cané. Paul Groussac y Eduardo Holmberg. El siglo XX: la consolidación del policial. Las primeras traducciones del género. Colecciones y antologías. La tradición anglofrancesa y el thriller de inspiración norteamericana. Una mirada panorámica sobre los principales exponentes del género.
    Jorge Luis Borges y la narrativa policial: teoría y práctica. Hacia “Biorges” y el policial paródico. Su labor en la consolidación de la vertiente argentina del género: traducciones, reseñas. La colección “El Séptimo Círculo”. Su labor como antólogo. H. Bustos Domecq.
    Antonio Di Benedetto: un policial “psicológico”. El género policial en las letras mendocinas. Antonio Di Benedetto y la “nueva novela”. Las novelas de la década del ’60: El silenciero y el esbozo de una teorización sobre lo policial; Los suicidas: ¿novela policial?
    MINISTRANTE: Profa. Dra. Marta Castellino, Universidad Nacional de Cuyo, Argentina DATA: quarta-feira, 24 de maio das 15h às 18h e sexta-feira, 26 de maio das 15h às 18h

    LOCAL: Sala Machado de Assis, 4º andar do Prédio B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

    O curso é aberto ao público em geral e não é necessária inscrição prévia. Os participantes terão direito a Certificado. Entrada gratuita. Organização: Programa de Pós-graduação em Literatura e Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-americanos/UFSC


  • Oficina destaca a relação entre as literaturas africanas de língua portuguesa

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    A literatura de Angola e Moçambique tem despontado em interesse de público e de pesquisa nas últimas décadas. Mas o que as produções desses dois países têm em comum? A pesquisadora Franciele Guarienti mostra essa relação na oficina “Angola e Moçambique: um diálogo sobre as Literaturas Africanas de Língua Portuguesa”, que será realizada na próxima terça-feira (dia 16 de maio) na sala Hassis, do CCE da UFSC, a partir das 16h. O evento é gratuito e aberto ao público. Serão emitidos certificados pela UFSC.

     

    Poéticas Diaspóricas

    A oficina faz parte da programação das Poéticas Diaspóricas, que pretende apresentar e discutir as poéticas da diáspora africana em várias expressões (dança, pensamento, música e literatura). As atividades são divididas em encontros ao longo do semestre na UFSC.

     

    Mais informações em poeticasdiasporicas.ufsc@ gmail.com

    Realização: Núcleo de Estudos de Poéticas Musicais e Vocais (Nepom-UFSC)

    Programa de Pós-Graduação em Literatura


  • Boletim de Pesquisa Nelic

    O Boletim de Pesquisa Nelic informa que até o próximo dia 05 de junho de 2017 ainda receberá artigos para a seção de temática livre do número 27. Os textos submetidos após essa data serão avaliados para a edição seguinte.

    Editado desde 1997 pelo Núcleo de Estudos Literários & Culturais da UFSC, o Boletim de Pesquisa Nelic é voltado à publicação de textos acadêmicos na área de literatura e cultura contemporâneas, e conta com a participação de pesquisadores nacionais e estrangeiros.
    Com periodicidade semestral e fluxo de submissões contínuo, atualmente encontra-se indexado em 22 plataformas de pesquisa, dentre as quais ERIH PLUS (European Reference Index for the Humanities and the Social Sciences); EZB (Electronic Journals Library) CiteFactor; MLA (Modern Language Association); DOAJ (Directory of Open Acces Journals); Latindex e Diadorim.

    Para mais informações e acessar todas as edições do Boletim de Pesquisa NELIC, acesse https://periodicos.ufsc.br/index.php/nelic.


  • .Em memória de Antonio Candido

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    Falecido nesta sexta-feira aos 98 anos, Antonio Candido deixa uma longa e fundamental obra de crítica literária e sociológica, à qual o Programa presta sua homenagem, assim como a sua trajetória de intelectual e homem público.

    Na sequência, reproduzimos uma entrevista de Candido concedida ao jornalista José Geraldo Couto em 2002…

    :

    Antonio Candido fala sobre suas obras e a relação com outros escritores

    JOSÉ GERALDO COUTO
    colunista da Folha

    O crítico Antonio Candido, 83, um dos maiores intelectuais brasileiros do século 20, exerceu também -e ainda exerce- um papel decisivo sobre os estudos literários hispano-americanos.

    Um mapeamento preliminar dessa influência é traçado no livro “Antonio Candido y los Estudios Latinoamericanos”, que acaba de ser publicado pelo Instituto Internacional de Literatura Ibero-Americana da Universidade de Pittsburgh (EUA).

    Organizado pelo crítico Raúl Antelo, 51, que nasceu na Argentina e vive no Brasil desde 1973, o volume reúne autores de diversos países, abordando aspectos variados do trabalho de Candido.

    Em entrevista à Folha, o autor de clássicos como “Formação da Literatura Brasileira” e “Parceiros do Rio Bonito” fez um balanço de suas relações com a cultura do continente.

    Folha – O sr. leu o livro “Antonio Candido y los Estudios Latinoamericanos”?
    Antonio Candido –
    Recebi um exemplar há pouco tempo, do Raúl Antelo. Não cheguei a lê-lo todo ainda. Foi uma grande surpresa, que me deixou muito desvanecido. Eu não sabia que estavam preparando esse livro. Vi que há ali estudos muito generosos, muito interessantes.

    Folha – Seu interesse pela literatura hispano-americana parece ter se intensificado a partir da Revolução Cubana. É correta essa impressão?
    Candido –
    Não, não. Para falar a verdade, não sou um grande conhecedor da literatura hispano-americana. Mas me interessei por essa literatura antes da Revolução Cubana, que é de 1959. Eu me interessei sobretudo por causa daqueles livros mexicanos da coleção Terra Firme.
    Em 1960, dei um curso na Universidade da República, no Uruguai, ocasião em que conheci o crítico Ángel Rama, e passei a me interessar bem mais pela literatura do continente.

    Bem mais tarde, quando me interessei pela Revolução Cubana, eu já estava bastante integrado. Quando conheci Cuba, pude constatar o papel extraordinário que o país teve para o intercâmbio cultural no continente. Eles tiveram a iniciativa fantástica de reunir no território cubano os intelectuais latino-americanos. Antes disso, nós nos encontrávamos sobretudo na Europa e nos EUA.

    Folha – No livro da Universidade de Pittsburgh é muito destacada a sua interlocução com Ángel Rama. As afinidades entre vocês parecem ter sido tanto políticas como intelectuais…
    Candido –
    Sobretudo intelectuais. Conheci-o em 1960, no Uruguai, e nos tornamos amigos. Depois convidei-o para dar aulas aqui na USP, ele veio. Estive com ele no México, nos Estados Unidos, na Europa. Mantivemos também muita correspondência.

    Considero Ángel Rama o maior crítico literário que a América Latina teve no meu tempo.

    Folha – O livro mostra que o sr. teve uma importância decisiva para o trabalho de Ángel Rama. Sua “Formação da Literatura Brasileira” influenciou muito o método de análise dele.
    Candido –
    Vários estudiosos de lá disseram isso. É a minha noção de sistema literário, né? No Brasil, não foi muito aceita. Foi muito combatida, inclusive. Mas fiquei satisfeito pelo fato de o Rama tê-la adotado.

    Folha – E seu diálogo com a estudiosa argentina Beatriz Sarlo?
    Candido –
    Com ela tive menos contato, mas a considero uma estudiosa de grande importância pela combinação de crítica literária e consciência política.

    Folha – Mas justamente nisso ela se diz inspirada pelo sr.. Diz que quando leu seus escritos encontrou uma resposta para o que já vinha buscando havia muito tempo, que era essa conjugação da atenção à estética e à estrutura social.
    Candido –
    Sempre tive uma preocupação política. Mas a crítica literária é muito variada, tem que variar conforme o texto. Tem que estar preparada para oscilar entre a pura consideração de ordem estética, de um lado, e de outro lado a inserção social da obra.

    Folha – Como o sr. avalia hoje o “boom” literário latino-americano? O que havia de duradouro e o que foi só propaganda?
    Candido –
    Naquele momento a ficção européia estava um pouco cansada, de maneira que esse vulcão que foi o “boom” entusiasmou o mundo inteiro.
    Houve muito “enchimento” no “boom”, mas alguns escritores ali são realmente extraordinários. O [Julio] Cortázar, sobretudo nos contos, o primeiro livro do [Mario] Vargas Llosa, “La Ciudad y los Perros”, o livro do [Gabriel] García Márquez, “Cem Anos de Solidão”, Alejo Carpentier, Juan Rulfo, Carlos Fuentes… Realmente foi uma explosão literária extraordinária.

    Nessa explosão se enquadra o nosso Guimarães Rosa, que a meu ver é o maior de todos.

    Folha – No livro, há um ensaio da professora Celia Pedrosa que recupera um texto seu de 1941, o “Manifesto Grouchista”. O sr. se lembra desse texto?
    Candido –
    Aquilo foi uma brincadeira que eu fiz na nossa revista “Clima”, dizendo que havia o marxismo do Karl Marx e o marxismo dos Irmãos Marx (risos). Sempre fui um grande admirador dos irmãos Marx, sobretudo do Groucho. Era uma brincadeira irreverente.

    Folha – Mas Celia Pedrosa tenta demonstrar que não foi apenas uma brincadeira, que aquele texto ilumina sua concepção de literatura e de arte. Ela faz até um paralelo entre o manifesto e uma tese que o sr. desenvolveria décadas mais tarde, a da “dialética da malandragem”…
    Candido –
    Acho que ela tem razão. Geralmente os outros têm mais capacidade do que nós para avaliar os textos que escrevemos, que estão sempre cheios de coisas inconscientes.

    A minha geração sofreu muito a influência dos modernistas de 22, e sempre demos muita importância à alegria, ao riso, à irreverência. Apesar de sermos todos professores universitários, reagíamos contra a solenidade. Sempre evitamos nos levar muito a sério, para não nos tornarmos medalhões.

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u24280.shtml


  • Encontros Literários

    O PET-Letras em parceria com a organização do Varal Literário da Semana de Letras promove encontros regulares para a discussão e criação literária. As produções dos primeiros encontros literários girarão em torno da criação poética, a fim de que essas venham a ser expostos no varal produzido na XI Semana Acadêmica de Letras. Após esse período, o grupo terá outros entornos, que lidarão com produções de caracteres variados. Os encontros acontecerão às quintas-feiras, das 14:00 às 15:30, na sala 221 do Bloco A do CCE, a partir do dia 18/05.

     

    As inscrições serão efetuadas via o e-mail petletrasufsc@gmail.com. Os interessados devem enviar um e-mail contendo, no campo do assunto, “INSCRIÇÃO ENCONTRO LITERÁRIO”. A participação nos encontros garantirá ACCs. 


  • I Seminário de Pesquisa LabFlor

    Caros (as) Colegas,

    O Laboratório Floripa em composição transdisciplinar: arte, cultura e política (LabFlor) gostaria de convidá-los (as) para o I Seminário de Pesquisa LabFlor,  que terá seu primeiro encontro dia 17 de maio de 2017, das 18h às 19h, na sala Drummond (térreo do CCE-B). Serão realizados oito encontros no decorrer de 2017.

    Título: A presença de Auridéa: uma leitura da personagem do Necrológio de Victor Giudice

    Pesquisador: Rafael Muniz Sens

    Resumo: Em 1972, o escritor carioca Victor Giudice lança seu livro de estreia, a coletânea de contos Necrológio, em que se encontra A peregrinação da Velha Auridéa. Sendo uma réplica dos contos populares, transportados para o Brasil da década de 70, a história apresenta a personagem secundária, que dá título ao conto, como uma mulher poderosa que distribui moedas mágicas. Neste trabalho, analiso de que forma Auridéa é apresentada no texto e por que pode ela ser uma importante ponte para se compreender a coletânea Necrológio em sua totalidade. Para tanto, faço uma leitura da personagem, partindo para uma compreensão mais abrangente do enredo em si e, ao fim, procuro entender de que maneira este funciona dentro do livro de treze contos. Neste percurso, passo por assuntos como a literatura maravilhosa, o realismo mágico, o conto popular, o absurdo, a religião e a crítica social, além de formulações acerca do personagem literário, como também do narrador.

    Contamos com a presença de todos (as),

    Equipe LabFlor


  • A poesia é filha da memória… A memória e o esquecimento da Segunda Guerra Mundial na poesia e prosa polonesa e alemã do século XX e XXI

    O Departamento de Polonês, Alemão e Letras Clássicas

    ​ da UFPR​

    tem o prazer de convidar todos os interessados para o evento de extensão:

    A poesia é filha da memória… A memória e o esquecimento da Segunda Guerra Mundial na poesia e prosa polonesa e alemã do século XX e XXI”, que ocorrerá no dia 19 de maio (sexta-feira) às 18:30 na sala 924 (9º andar) do Edifício Dom Pedro I (Campus Reitoria).

    O evento contará com a participação da professora visitante da Universidade de Poznań (Polônia), Dr.ª Izabela Drozdowska-Broering e dos professores da UFPR: Me. Piotr Kilanowski, Dr. Marcelo Paiva de Souza e Dr. Paulo Soethe. 

    Inscrições: por e-mail a alicja.ferreira@ufpr.br ou no local do evento. Vagas limitadas!

    Ficaremos muito felizes com a sua presença!


  • “Teatro e cinema na obra de Serguei Eisenstein”

    dia 11 de maio (quinta-feira próxima), às 19h na Sala Machado de Assis (Bloco B do CCE, sala 407).

         Vanessa é professora do Departamento de Teoria do Teatro e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Unirio e autora do livro Eisenstein Ultrateatral(Perspectiva, 2008). Desde 2014, vem organizando (com Flora Sussekind e Tânia Dias) os Seminários Eisenstein, na Fundação Casa de Rui Barbosa.
           Gostaria muito de vê-los por lá. Aproveito para pedir ajuda na divulgação (vai o cartaz em anexo).
     
           
           Antes da conferência, às 14h, teremos, na mesma sala, a defesa de doutorado de Edson Burg, do Programa de Pós-Graduação em Literatura da Ufsc. Sua tese é sobre a escrita do Marquês de Sade (O pathos em sade, ou A escrita como fórmula). Na banca estarão Vanessa Teixeira de Oliveira, a pesquisadora Clara Castro, da Usp, especialista em Sade, e, da Literatura da Ufsc, os drs. Susana Scramim, Carlos Eduardo Capela e Jair Fonseca.
          Desde já, muito obrigado a todos.

  • Oficina traz a contação de história do Sul da Nigéria

    Do ponto de vista pedagógico e literário, a contação de histórias tem sido uma abordagem bastante criativa para a imersão no universo literário. Para dar mais um passo nesse trajeto, o pesquisador Fabrício Cassilhas irá ministrar na próxima terça-feira (dia 9 de maio) uma oficina de “Contação de Histórias do Sul da Nigéria”.

     

    O evento é indicado para pesquisadores, professores e quem busca mais conhecimento sobre oralidade e literatura. A oficina é gratuita e aberta ao público. Será realizada a partir das 16h na sala Hassis do CCE da UFSC. Não perca!

     

    Poéticas Diaspóricas

    A oficina parte da programação das Poéticas Diaspóricas, que pretende apresentar e discutir as poéticas da diáspora africana em várias expressões (dança, pensamento, música e literatura). As atividades serão divididas em encontros ao longo do semestre na UFSC.

     

    Mais informações em poeticasdiasporicas.ufsc@ gmail.com

     

    Realização: Núcleo de Estudos de Poéticas Musicais e Vocais (Nepom-UFSC)

    Programa de Pós-Graduação em Literatura

     


  • Literatura afro-alemã e afro-brasileira são destaques em oficina nesta terça-feira na UFSC

    Se a literatura afro-brasileira tem rendido muitos trabalhos, especialmente nas últimas décadas, a pesquisadora Jessica Oliveira de Jesus foi buscar os seus diálogos com as produções afro-alemãs. Na oficina “Rompendo Silenciamentos” vocês poderão acompanhar esses pontos de encontro, essas similaridades que aparecem mesmo em lugares tão distintos.

    O evento será realizado na próxima terça-feira (dia 9 de maio), na sala Hassis do CCE da UFSC. Começa a partir das 13h30.

    Não é preciso fazer inscrição prévia. O evento é gratuito e aberto ao público. A participação terá certificado emitido pela universidade. Não perca!

     

    Poéticas Diaspóricas

    A oficina “Rompendo Silenciamentos” faz parte da programação das Poéticas Diaspóricas, que pretende apresentar e discutir as poéticas da diáspora africana em várias expressões (dança, pensamento, música e literatura). As atividades serão divididas em encontros ao longo do semestre na UFSC.

     

    Mais informações em poeticasdiasporicas.ufsc@ gmail.com

     

    Realização: Núcleo de Estudos de Poéticas Musicais e Vocais (Nepom-UFSC)

    Programa de Pós-Graduação em Literatura