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PGET e PPGLit convidam: MARCOS SISCAR

Receberemos o caríssimo Marcos Siscar (IEL-UNICAMP), no CCE-UFSC. Trata-se de um dos grandes nomes da poesia brasileira contemporânea, atuando em diversas frentes: escrita poética, ensaísmo teórico, tradução e editoração. É autor dos livros Metade da arte (7Letras/ Cosacnaify, 2003), Poesia e crise (Unicamp, 2010), De volta ao fim (7Letras, 2016 – prêmio Jabuti) e Isto não é um documentário (7Letras, 2019), entre outros.
Organização Núcleo de Estudos Benjaminanos (NEBEN) da UFSC
Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFSC
Programa de Pós-Graduação em Tradução da UFSC -
[ATUALIZAÇÃO] Docente do PPGLit ministrará curso no MESC
Convidamos todos os interessados ao curso sobre imaginação a ser ministrado pelo professor Raul Antelo no MESC, Museu da Escola Catarinense da rua Saldanha Marinho, nos dias 25/04 e 23/05, das 15h às 17h30.

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[EDITAL SUSPENSO] Eleições para Representação Discente
O edital está temporariamente suspenso.
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Clube de Leitura Dark Romance
Paola Nichele está realizando seu estágio pós-doutoral no PPGLit e, como parte de seu projeto de extensão, está organizando o Clube de Leitura de Dark Romance, que tem como objetivo unir leitores e leitoras de Dark Romance para discussões, leituras coletivas e reflexões acerca desse subgênero.Os encontros são mensais, às sextas-feiras, às 18:30. Confira a programação completa aqui.
Inscreva-se através do QR Code ou clicando aqui.
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Conferência com Thiago Ranniery (UFRJ/UFSC)
Provincializar a natureza: notas pedagógicas em torno das estranhas ecologias eróticasA presença do natureza é, de fato, bem conhecida e comentada na literatura. Inspirada, contudo, por um inversão da formulação conhecida de Dipesh Chakrabarty, esta conferência é uma primeira aproximação com um amplo arquivo do erotismo que permeia as imagens do mundo inumano, a fim de perturbar articulações correntes entre sexualidade e natureza. Entrelaçando memórias musicais e televisivas, entre o ensaio e o diário, busco expor exercícios de leituras cruzadas de diferentes obras que me fizeram aproximar, de forma um tanto irregular, as estranhezas ecológicas deste arquivo com que veio a se denominar ecologias queers. Ao escutar ecos nas menções a inundações, incêndios, aquecimento global, colheitas fracassadas e formas intoxicação e contaminação, a questão não é tanto como se conforma uma agenda ecologicamente engajada com adiar o fim do mundo, mas como os ambientes entrelaçados da colonização, do extrativismo, da violência de Estado e da crise climática e ecológica são transmutados poeticamente na experiência de estilhaçamento da crononormatividade. Entre a beleza, a crueldade, a graça e a violência, exploro os sinais especulativos de uma ecologia aberrante a partir dos efeitos afetivos da experiência do cuidado, do fracasso e do desejo como um ponto de vertigem. Nas paisagens devastadas, uma intimidade ilimitada – outro nome para um pedagogia queer -, que atravessa humanos, mais que humanos, bios e geos, espectros e cosmos, é tecida nas ruínas.
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MINICURSOS/PPGLit – Parte I


Ao longo de 2026, discentes do Programa de Pós-Graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina propuseram ministrar minicursos e cursos de curta duração envolvendo temáticas variadas. A princípio, esse projeto propõe a oferta de quatro minicursos, nos meses de abril e maio, voltados à vida e à obra de autoras como Hilda Hilst, Orides Fontela, Patrícia Galvão e Gilka Machado.
Idealizado pela discente Suzanne Modesto e tendo como docente responsável sua orientadora, Profa. Dra. Susana Scramim, o projeto será iniciado com os minicursos “E se eu ficasse eterna? Demonstrável Axioma de Pedra”: Introdução à obra de Hilda Hilst, ministrado pela doutoranda Suzanne Modesto, e “A um passo do pássaro”: Uma introdução à obra de Orides Fontela, ministrado pela doutoranda Waléria Nunes.
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Chamada para publicação – Revista Landa 2026.1
Prazo para envio dos trabalhos: 30 de abril de 2026Literatura Gore. Representações da violência contemporânea na América Latina*
Pero de la violencia, de la verdadera violencia, no se puede escapar, al menos no nosotros, los nacidos en Latinoamérica en la década de los cincuenta, los que rondábamos los veinte años cuando murió Salvador Allende.
Roberto Bolaño, en El Ojo SilvaA violência é possivelmente um dos grandes temas da literatura latino-americana. Em um passado mais recente, na segunda metade do século XX, tal temática foi amplamente abordada a partir da questão da violência de Estado que se registrou durante as ditaduras instauradas em diversos países. O trauma decorrente desse período histórico seguiu sendo matéria para a produção literária, tendo feito surgir vasto repertório de narrativas a respeito da memória e da pós memória. No entanto, outras formas de violência seguiram sendo representadas com inspiração em novos contextos gerados a partir de questões tanto políticas como sociais, econômicas e culturais. Este número propõe reunir um conjunto de trabalhos a respeito dessas representações latino-americanas de violências observadas em cenários mais recentes, desde as últimas décadas do século XX até a atualidade. O termo gore, utilizado para dar nome a essa reunião, é aqui entendido de duas maneiras: 1. a) em uma referência à sua acepção primeira, oriunda do cinema, cuja ideia central se vincula às representações de violências em um formato mais gráfico, explícito, expressivo; 2. b) a partir da apropriação e postulado da filósofa mexicana Sayak Valencia em cujo trabalho o mesmo termo se encontra atrelado aos efeitos nefastos do neoliberalismo ou do capitalismo tardio. Sendo assim, neste número serão aceitos trabalhos que tratem, em sentido amplo, tanto de estéticas gore como de violências atreladas ao capitalismo gore – o neoliberalismo – no contexto da literatura latino-americana contemporânea. Trabalhos que não respeitem as normas editoriais não serão aceitos.
As normas podem ser consultadas no site da revista.
Os originais deverão ser enviados por correio eletrônico ao endereço: revistalanda@gmail.com
* Dra. Talita Rodrigues
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EdUFSC lança livro “Sobre arte e vida em comum”, de Artur de Vargas Giorgi (PPGLit)
A Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) acaba de lançar o livro Sobre arte e vida em comum (ensaios breves), do professor e crítico Artur de Vargas Giorgi (UFSC/CNPq). A obra reúne ensaios escritos ao longo de cinco anos e dedica‑se à reflexão sobre as artes visuais, a literatura e as linhas de tensão entre a estética e a política, ou em outras palavras, entre as obras de arte e aquilo que chamamos de vida em comum.Em um contexto marcado pela lógica do espetáculo global, o livro investiga as possibilidades de resistência e abertura que ainda se insinuam na linguagem e na imagem. Assim, os textos apostam na potência do poético como força de indagação do presente e meio de desvelamento do futuro, afirmando a arte como espaço de risco, conflito e pensamento crítico – um campo em que, como sugere o autor, tudo permanece em jogo.
Escritos para um público amplo, os ensaios são ágeis, concisos no mapeamento e na condução das discussões; mas mantêm, ao mesmo tempo, um rigoroso olhar teórico, valorizando a profundidade da história, a heterogeneidade dos arquivos e a complexidade dos fenômenos abordados. A professora Celia Pedrosa (Universidade Federal Fluminense) é quem assina o posfácio.
O livro está disponível para compra nas livrarias física e virtual da EdUFSC, pelo site livraria.ufsc.br
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IV Seminário Memórias do Corpo: Comunidades
A quarta edição do Seminário Memórias do Corpo está com inscrições abertas para submissão de propostas de comunicação. O evento acontece entre os dias 1 e 3 de junho de 2026 na modalidade presencial na Universidade Federal de Santa Catarina.Ancestrais, imaginadas, digitais ou efêmeras, as comunidades constituem alicerces da experiência humana, moldando identidades, corporalidades, memórias e práticas sociais. A escolha desse tema como estribilho para o IV Seminário Memórias do Corpo justifica-se por sua centralidade nos debates contemporâneos, que vão dos conflitos identitários às inovações tecnológicas, exigindo abordagens transversais entre ciências humanas, artes e estudos culturais, entre outros. Afinal, um exercício de revisão bibliográfica poderia revelar a amplitude e a complexidade do conceito de comunidade, que atravessa tratados filosóficos, narrativas literárias, expressões artísticas e análises políticas, tornando-se um campo privilegiado para pensar os vínculos entre corpo e memória.
A chamada completa e links para a inscrição encontram-se na página do evento: https://memoriasdocorpo.cce.ufsc.br/
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06/04 – AULA INAUGURAL com Regina Dalcastagnè
Convidamos a todas as pessoas do PPGlit-UFSC a participarem da Aula Inaugural do Programa, “Pensar a literatura, narrar o Brasil”, com Regina Dalcastagnè (UnB), uma das principais pesquisadoras do romance brasileiro contemporâneo e das relações entre literatura, representação e poder.A aula inaugural será seguida do lançamento do livro da pesquisadora: “Uma história da literatura brasileira contemporânea: a narrativa”, lançado este ano pela editora Todavia.
O evento será no próximo dia 06/04, segunda-feira, às 19h, no Auditório Henrique Fontes, CCE-B.
Inscrições para emissão de certificado
