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Horário de atendimento externo da Secretaria:
Segunda a quinta, das 08h às 11h e das 13h às 16h.
Sexta, das 13h às 16h.Horário de atendimento externo da Coordenação:
Quarta-feira: das 15h30 às 18h30.
Quinta-feira: das 9h às 12h e das 14h às 16h.
Agendamento por e-mail. -
Financiamento coletivo do Festival Cinema Negro – SC
O Festival Cinema Negro SC — fundado pelo doutorando do programa, Allende Renck — iniciou uma campanha de financiamento coletivo para viabilizar a sua 5ª Edição (marcada para os dias 17 a 21 do mês de setembro).Quem quiser contribuir pode acessar ESTE LINK.
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29º Seminário Acadêmico Internacional APEC terá GT coordenado por integrantes do PPGLit
📌 Evento: 29º Seminário Acadêmico Internacional APEC
📅 Data: 18 a 20 de novembro de 2026
🔗 Local: online e presencial, no IQS – Universitat Ramon Llull, em Barcelona
❗Inscrições: até 06 de setembro de 2026Entre os dias 18 e 20 de novembro de 2026, será realizado o 29º Seminário Acadêmico Internacional APEC, promovido pela Associação de Pesquisadores e Estudantes Brasileiros na Catalunha (APEC), no IQS – Universitat Ramon Llull, em Barcelona.
A doutoranda Maria Isabel Teixeira Brisolara e o Professor Dr. Luiz Gustavo Bieberbach Engroff (UNESC), ambos com trajetória acadêmica vinculada ao PPGLit, coordenarão o GT06 – “Travessias do sensível: experiências migratórias e suas diferentes formas de inscrição”, que integra a programação do evento.
Esse GT será realizado na modalidade remota, com possibilidade de participação de pessoas pesquisadoras de diferentes localidades e de apresentações em língua portuguesa. Convidamos, especialmente, a comunidade discente do PPGLit a submeter suas pesquisas ao GT em questão.
A programação e os horários ainda não foram definidos pela comissão organizadora do evento. Essas informações serão divulgadas posteriormente no site oficial do seminário.
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Pesquisador do PPGLit faz descoberta histórica

Foto: Arquivo pessoal de Quincas Avelino.
Quincas Avelino, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Literatura, orientando do professor Jorge Hoffmann Wolff, identificou o registro original do batizado do músico Benedito Lacerda. A descoberta foi destaque no jornal Fala Região, do Rio de Janeiro: “O documento histórico, mantido no acervo da Paróquia de São João Batista, datado de 2 de dezembro de 1903, refere-se ao nascimento do virtuoso flautista em 14 de março daquele mesmo ano, sob a filiação de Maria Louzada Braga e Agapito Rangel, suprindo uma lacuna biográfica que não constava nas obras escritas sobre o artista”.
Confira a matéria completa publicada pelo portal de notícias Fala Região
A respeito dos caminhos percorridos até a descoberta e sobre sua importância, Quincas destacou:
“Li as biografias de Benedito Lacerda, importante figura da música brasileira, e identifiquei algumas ausências e sombras em sua trajetória, entre elas, a ausência do registro de batizado. Esse documento traz à tona questões relacionadas à paternidade de Benedito e à sua infância e adolescência em Macaé, no Norte Fluminense, aspectos que, inclusive, aparecem em sua poética. Um exemplo é o samba de sua autoria, gravado por ele próprio com o grupo Gente do Morro, Orfandade. Nesse cenário, é possível relacionar a poesia e a musicalidade de Benedito Lacerda a acontecimentos de sua vida:
Fiquei na orfandade
Quando tinha pouca idade
O mundo me criou, meu bemEntão vivia sem maldade
Mas a necessidade
De ser homem me criouO destino foi malvado
Mas sofri resignado
Quem me adorou
Foi-se embora
Muito cedoLançado em setembro de 1930 pela gravadora Brunswick, na voz do próprio Benedito, o samba melancólico aborda a paternidade e a orfandade, condição que dá título à canção”.
Segundo a Enciclopédia do Itaú Cultural, “Benedicto Lacerda (Macaé, Rio de Janeiro, 1903 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1958). Flautista, regente, compositor. Reconhecido por sua capacidade de organização como regente e pela criatividade como instrumentista e arranjador, estabelece o diálogo entre o choro e o samba, e contribui para o processo de incorporação desses gêneros ao repertório da era de ouro do rádio”.

Foto: Arquivo pessoal de Quincas Avelino.
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I simpósio ao contrário: pré-estórias

📌 Evento: I Simpósio ao contrário: pré-estórias
📅 Data: 29 de setembro a 01 de outubro de 2026
🔑 Local: sala Drummond e Auditório Henrique Fontes (1º andar do Bloco B do CCE)Fundado em 2024 na Universidade Federal de Santa Catarina, o ao contrário – laboratório experimental de estudos da literatura e seus avessos dedica-se a promover incursões especulativas às florestas – reais, imaginárias, de papel, de carne e osso, em forma de gente, bichos, espíritos, sujeitos escritos e inscritos, nomes e arcanos – que se abrem quando essa estranha instituição chamada literatura se desconstrói pela invasão bárbara de textos outros de sujeitos outros, alter-modernos, contra-modernos, que jamais foram modernos. Trata-se de nadar contra a corrente, no contrafluxo, a contra-rio, ao contrário, com e a partir desses outros, desses contrários à tradição moderna e ocidental, revirando a literatura e a história literária do avesso, e prestando atenção a isso que por muito tempo não foi considerado literário, os não-ditos, as entrelinhas do texto literário e sua história.
Essas incursões – nossas pesquisas – se materializam em grupos de debate, como o realizado em 2026.1, que começou com a leitura de Araweté: os deuses canibais e se encerrou com a d’Os imortais; em publicações, como nosso panfleto aperiódico avesso; e em eventos, como esse nosso primeiro simpósio. Nele, além de expormos as pesquisas dos integrantes do laboratório e lançarmos um ebook que sintetiza as atividades desses dois primeiros anos, cadernos de campo especulativo: primeiro tempo (2024-2026), receberemos dois convidados muito especiais: Eduardo Viveiros de Castro, que fará a conferência de abertura esboçando uma ontologia pré-figurativa e cuja importância é indiscutível, tanto para o pensamento em geral quanto para nosso núcleo em particular, tendo vindo de uma expressão sua (“identidade ao contrário”) o nome de nosso coletivo de pesquisa; e Paulliny Tort, que encerrará um evento, conversando conosco sobre seu romance, verdadeiro marco da literatura não só brasileira, que investiga a pré-história do gênero Homo, da espécie sapiens, da linguagem, do ritual, da figuração, da especulação, da arte, da literatura.
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Edição 2026/1 da Revista Landa: Literatura Gore e Dossiê Roberto Bolaño


Já está no ar a edição 2026/1 da Revista Landa. O número conta com textos submetidos à Chamada Aberta “Literatura Gore. Representações da violência contemporânea na América Latina” e com o “Dossiê Roberto Bolaño”, além da seção Olhares, Entrevistas e Resenha. Todos os trabalhos podem ser acessados no site da Revista Landa.
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PPGLit na 3ª edição do prêmio Zahidé Muzart – premiado e indicadas

Foto: IEG-UFSC
No último dia 12 de agosto, o Instituto de Estudos de Gênero (IEG) realizou o Chá da Tarde com Zahidé, no Espaço Cultural de Gênero e Diversidade (ECDG). A cerimônia homenageou as cinco teses contempladas na 3ª Edição do Prêmio Zahidé Muzart, na modalidade 2 – IEG 20 anos: Trajetórias do pensamento feminista.
Os trabalhos reconhecidos integram a modalidade “IEG 20 anos: Trajetórias do pensamento feminista” e destacam diferentes perspectivas sobre gênero, feminismos, sexualidade, diversidade e interseccionalidade (confira a matéria completa no site do IEG).
Entre as teses premiadas e indicadas, estão pesquisas desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Literatura (PPGLit).
Paulo Valente recebeu o prêmio pela tese Margens que se tocam e sujeitos que viajam: o encontro de raça e gênero em narrativas de Buchi Emecheta, Conceição Evaristo e Zora Neale Hurston, defendida em 2022, sob orientação de Simone Pereira Schmidt.
Thalita Saldanha Coelho foi indicada ao prêmio pela tese Bagagens do exílio: Jorge Amado e um romance sem fim, defendida em 2021, sob orientação de Tânia Regina Oliveira Ramos.
Clarice Fortunato Araújo foi indicada ao prêmio pelo livro Da vida nas ruas ao teto dos livros e pela tese Fragmentos da memória: da vida nas ruas ao teto dos livros, defendida em 2018, sob orientação de Simone Pereira Schmidt.
Bianca Rosina Mattia foi indicada ao prêmio pela tese Do amor e da ética: uma discussão feminista a partir das mulheres saramaguianas, defendida em 2025, sob orientação Simone Pereira Schmidt.
O PPGLit parabeniza o egresso pelo prêmio recebido, as egressas pelas indicações e as professoras Simone Pereira Schmidt e Tânia Regina Oliveira Ramos pelas orientações.
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Colóquio Os Nomes de Patrícia Galvão
📌 Evento: Colóquio Os Nomes de Patrícia Galvão
📅 Data: 24 e 25 de agosto de 2026
🕐 Horário: 14h às 18h
🔑 Local: Sala Machado de Assis (4º andar do Bloco B do CCE)Fruto de uma disciplina oferecida pelo professor Tiago Guilherme Pinheiro em 2026.1 no Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFSC, o colóquio propõe-se a percorrer alguns dos caminhos da vasta e múltipla produção reunida, metonimicamente, sob o nome de Patrícia Galvão. Já nessa formulação emerge um dos problemas centrais que acompanhará nossos percursos: o das atribuições. Ao considerar a multiplicidade de autorias como procedimento poético-político (e não jurídico-mercadológico), esse conjunto de textos tensiona, de modos diversos, estruturas materiais, históricas e simbólicas que, dissimuladas sob a aparência de transparência, atravessam e estruturam o campo discursivo denominado “literatura”.
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Palestra Roberto Bolaño e o triunfo de Dionísio, por Pedro Xavier da Cunha (Universitat de Barcelona)
📌 Evento: Conferência Roberto Bolaño e o triunfo de Dionísio
📅 Data: 06 de agosto de 2026
🕐 Horário: 14h
🔑 Local: Sala Drummond (1º andar do Bloco B do CCE)Nesta palestra, propõe-se um percurso em torno do romance Los detectives salvajes (1998), de Roberto Bolaño, a partir de uma ideia que aparece em algumas das últimas intervenções públicas do escritor chileno, no começo dos anos 2000: a saber, a do “triunfo de Dionísio”. Procura-se interrogar de que maneira essa noção se articula nos termos de uma política literária que, por sua vez, já estaria em jogo no romance. Interessa mostrar como podemos lê-lo não só a partir do ponto de vista do naufrágio das utopias revolucionárias e artísticas do século XX, mas também como um modo de encarar seu próprio presente de enunciação, deslocando o problema da busca pela modernidade em direção a uma pergunta pelos modos de habitar o contemporâneo.
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Publicados editais do Programa CAPES Global.Edu – Rede Bridges (incluindo Doutorado Sanduíche)
A Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG/UFSC) tornou públicos quatro editais referentes a Rede BRIDGES, da qual a UFSC faz parte, no âmbito do Programa CAPES Global.Edu.
O Edital Bridges Nº 1/2026/PROPG/UFSC refere-se a Doutorado Sanduíche no Exterior (DSE).
Conforme informações da proposta aprovada da Rede Bridges no CAPES Global.Edu, o PPGLit é um dos PPGs relacionados como participantes do Global Inclusion Hub. Sendo assim, as pessoas discentes da UFSC vinculadas ao PPGLit estão aptas a se inscreverem no processo seletivo.
As inscrições poderão ser realizadas diretamente pelas/os candidatas/os entre 20 de julho e 14 de agosto de 2026, e o início das atividades está previsto para 2027. Mais informações sobre os editais e as tabelas de critérios de avaliação estão disponíveis na página eletrônica do Projeto: www.propg.ufsc.br/cin/bridges/.
Atenção: o Edital Bridges Nº 1/2026/PROPG/UFSC substitui os editais PDSE para os Programa da rede CAPES Global.Edu.
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[CHAMADA PARA ENVIO DE COMUNICAÇÃO] II Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho

o Diabo na rua, no meio do redemunho
[…]
Eu estou depois das tempestades.
Guimarães Rosa, in Grande Sertão: VeredasSe Riobaldo, o jagunço metafísico de Guimarães Rosa, enxerga a figura do diabo em meio a um “redemunho”, vórtice da estória tempestuosa de uma história caótica e trágica, o que pode entrever um pesquisador das humanidades em meio às catástrofes do presente?
A segunda edição do Seminário Muitas Tempestades pretende abrir espaço para novas e plurais discussões a respeito da literatura e da arte em um contexto de crise e urgências próprias da contemporaneidade. Neste ano, o evento adota como tema o “redemunho”, neologismo oriundo da cultura popular incorporado por Guimarães Rosa, em primeiro lugar, com o intuito de fazer coro às comemorações que marcam os 70 anos de publicação de seu magnum opus, Grande Sertão: Veredas.
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