Publicação de e-book: “Monstruosidades: estética e política”

06/05/2019 09:20
“Monstruosidades: estética e política” é um volume resultante de debates de pesquisadores e estudantes de pós-graduação, mestrandos e doutorandos, acerca de várias posições para enquadramento do monstro.
Material derivado da disciplina PGL510103-41000137DO/ME (20181) – Estudos da Monstruosidade: estética e política, oferecida por Daniel Serravalle de Sá e Marcio Markendorf, o e-book conta com um conselho editorial formado por professores de instituições nacionais e internacionais.
Agradecimentos especiais vão para o trabalho de revisão de Gisele Tyba Mayrink Orgado e para o projeto gráfico de Ane Girondi.
O livro tem fins educacionais e distribuição gratuita. O objetivo é a democratização da informação, do conhecimento e da cultura, condições que cumprem o compromisso da universidade com a pesquisa, o ensino e a extensão.
 
O arquivo encontra-se hospedado permanentemente no Repositório da UFSC: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/195183 

Jornada Literatura arte e pensamento italiano: relações com o fora

12/04/2019 09:59

Jornada Literatura arte e pensamento italiano: relações com o fora

Sala Machado de Assis – CCE

14h- Apresentação do Projeto Escola de Altos Estudos – CAPES

15h – Mesa- redonda: Outras margens e atravessamentos

Resumo: Na tela apresentada no MASC por Fernando Lindote, em razão do 6º Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas 2017-2018, intitulada DO QUE É IMPOSSÍVEL CONTER, DEPOISANTES (óleo sobre tela, 2018, 200 x 300 cm), há uma questão temporal que permite estabelecer uma relação com a noção de
contemporâneo em Giorgio Agamben que pode ser assim formulada: do que falamos qdo dizemos arte contemporânea?

Resumo: Há muito já dito do que de Giorgio Agamben  remete a Michel Foucault. Sobretudo entre os especialistas do filósofo italiano , busca-se nos conceitos, tais  como dispositivo, subjetivação, dessubjetivação, entre outros, as marcas  advindas do filósofo francês. Não quero aqui  reinventar  esta ciranda. Nem tampouco  entrar nela. Pensando um tanto de fora, quero modestamente  considerar   um vínculo , a meu ver,  marginal, para discorrer  acerca do que no pensamento de Giorgio Agamben espelha  ou refrata o de Michel Foucault. Contendando-me  em  permanecer à margem  desta brincadeira de roda pensante,  apego-me a Emile Benveniste, com a  alegria de quem encontra   sua menina  dos olhos brilhando no trânsito que leva  de Agamben a Foucault . Meu ponto de partida  é considerar  que  foi Giorgio Agamben o primeiro a  vislumbrar o parentesco entre o que diz  o linguista francês Emile Benveniste sobre o sujeito que só se faz na e pela linguagem. Pretendo que o resultado desta breve preleção  seja o de mostrar  como Agamben elucida o que em Foucault apenas  aprece como alusão,  ou seja,  a dizer, do que resta do sujeito  como ato na exterioridade  da linguagem e do discurso.

16h -Encerramento

Resumo: A falta de mediação de um Estado unitário produz, na tradição italiana, a figura de pensadores e artistas em tensão com o poder político local, de Dante e Maquiavel ou Galiléu e Campanella, até Gramsci e Gentile ou mesmo Pasolini. O pensamento italiano não é um pensamento do poder mas da resistência, o que supõe uma certa desterritorialização (Agamben, um filosofo francês que escreve em italiano?). Além das dicotomias já analisadas por Roberto Esposito, comune / immune, conflitto / neutralizazzionepotenza / potere,  minha especulação tomará como objeto a reflexão de Luciano Anceschi (1911-1995), de profunda marca em Nanni Balestrini, Edoardo Sanguineti ou Giorgio Manganelli, através de sua revista, Il Verri. A partir de Anceschi, tentarei mostrar a marca em um filósofo e um escritor. O filósofo é Enzo Melandri, responsável por uma deconstrução da metafísica e do cristianismo, não muito distante aliás do esforço teórico de Jacques Derrida ou Jean-Luc Nancy, em que a relação entre o homem e o mundo, a tal prosa do mundo perseguida por Foucault, permanece indecidível, não-unívoca e só se manifesta através dos gêneros literários, que dela dão testemunho mas traçam, simultâneamente, o limite de uma tal experiência. O escritor é J. R. Wilcock, quem, em textos esparsos dos anos 50, pensa o centro (Paris) a partir das margens (a Roma seiscentista) produzindo uma elipse barroca, em que “l´Europa, che colonizzava le Indie, era a sua volta colonizzata da loro…”, ou seja, produzindo o curioso conúbio de Le nozze di Hitler e Maria Antonieta nell’inferno.

Para maiores informações, acesse os links abaixo:

Apresentação | Equipe                Convidados | Programas            Atividades correlatas

Dialogos com o Professor José Roberto O’Shea

08/04/2019 14:03

O PPglit tem o prazer de convidar os alunos de Pós-Graduação em Literatura para  participarem dos

    Dialogos com o Professor José Roberto O’Shea:  uma conversa sobre a tradução de Manuel Bandeira do Macbeth de William Shakeakespeare

     A tradução de Manuel Bandeira encontra-se disponível em pasta separada no xerox do CCE para cópia dos alunos

Dia 28 de Maio às 14 horas  no Auditorio Henriques Fontes

Chamadas para estudos de WALTER BENJAMIN artigo e comunicação oral

08/04/2019 09:17

1) chamada para colaborações com o periódico A1 LINGUAGEM & ENSINO da UFPEL, no número temático:

Walter Benjamin: Tradução, Alegoria e história (s)
http://www.rle.ucpel.tche.br/index.php/rle/announcement/view/27

2) Em breve, inscrições para o:
 III Congresso da Associação de Estudos Germanísticos

“Travessias, encontros, diálogos”
De 28 a 30/08/2019
Universidade Federal Fluminense – Campus Gragoatá
Faculdade de Letras – Niterói -RJ

Simpósio Temático:

“Walter Benjamin: modos de usar”

O Simpósio temático procura contemplar as reelaborações teóricas e críticas que a obra de Walter Benjamin ensejou nas humanidades pela fortuna do Brasil ou de outros países, questionando o caráter ao mesmo tempo prolífico e parcial de sua recepção. São bem-vindas as contribuições que se proponham a pensar a aproximação desse pensamento com a crítica da Escola de Frankfurt, as que investiguem suas reflexões teóricas no âmbito dos estudos da linguagem, as que se apliquem tanto às críticas e resenhas literárias, quanto à poesia e à prosa do escritor. Pretende focalizar o papel que adquire a linguagem na obra do autor, tendo em vista o horizonte comparativo aberto entre a língua alemã e a língua portuguesa/brasileira, incluindo portanto indagações tradutológicas, editoriais. Retoma, além disso, as relações – abordadas por ocasião do Simpósio Temático dentro do Congresso ABEG de Florianópolis – do pensamento de Benjamin com o mito, com a Antropologia. “Walter Benjamin: modos de usar” toma como ponto de partida, em especial, o conjunto de textos literários comentados por Benjamin entre os anos 1920 e 1940, evidenciando as ponderações sobre gêneros literários, as questões de estilo e os comentários de caráter filológico. Desses sentidos interessa a nossos estudos literários o modo de empreender filologia, que da letra propicie compreensão filosófica e crítica histórica. Esperamos igualmente que o Simpósio favoreça a ampliação do leque de perspectivas teóricas sobre a obra benjaminiana a diversos campos do saber, com a incorporação e o processamento de textos recentes da fortuna crítica benjaminiana de língua alemã.


Informações adicionais:

Nome(s) completo(s), instituições de ensino:
Georg Otte-UFMG; georg.otte@uol.com.br
Susana Kampff Lages-UFF; susanaklages@hotmail.com
Maria Aparecida Barbosa -UFSC; aparecidabarbosaheidermann@gmail.com

Mesa de Lançamento do Livro Imprevistos de Arribação

03/04/2019 10:00
Título : Osman Lins 90 anos: Imprevistos de Arribação
Professores Leny da Silva Gomes (UniRiter, Rio Grande do Sul)
Professora Ana Luiza Andrade (UFSC)
Rafael Dias (Filosofia, UFSC)
Cristiano Moreira (Literatura, UFSC)  Editora Papaterra Oficina Tipográfica Papel do Mato
Dia 11 de abril de 2019                   15 horas             Sala Drummond  CCE